Clayton sempre teve habilidades manuais. Com elas, produziu agulhas e um apoio para girar carretel de linha e, dessa forma, deu início à produção de peças em tricô e crochê que tem crescido na medida em que clientes satisfeitos recomendam os seus trabalhos.

A renda lhe assegura comida, higiene e, o pouco que sobra, vai à poupança para o aluguel futuro de um quartinho. O trabalho é, também, uma saída para que não “caia nas tentações que a rua oferece” – palavras dele.

A vizinhança, freguesa, compra caminhos de mesa, bicos de toalha, panos de prato, cortinas e até roupa: “O Clayton é muito caprichoso. Minha sobrinha tem um biquíni lindo feito por ele”, conta Rosa Kelles, uma de suas clientes.

O artista costuma ficar na rua Timbiras, na região central da capital mineira.

 

Fonte: The Greenest Post

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